sábado, 22 de junho de 2019

Pais e filhos na ceia do Cristo

Pais e filhos na ceia do Cristo


“Quando chegou a hora, Jesus e os seus apóstolos reclinaram-se à mesa”. Lc 22:14

A paz do Cristo é o bálsamo de sustentação do equilíbrio terrestre. Nesse grande banquete de luz, Jesus distribuiu as tarefas aos apóstolos, contando para cada um deles como seria o futuro. Na ceia mais famosa da história envolvendo o Mestre, percebe-se que Ele está no centro sob a dividindo o pão entre os apóstolos. Cada um alcança no banquete o alimento necessário e daquilo que está preparado a receber. Esse quadro da ceia oferece grandes ensinamentos.
Os casos frequentes de suicídios que envolvem o homicídio de vários de alunos em escolas seguido do ato de autoextermínio. Esse cenário que ocorre em mais de um lugar no globo gera vários conflitos entre os profissionais do ramo e os governantes da vida física.
Na perspectiva espiritual, com as lentes da imortalidade, Jesus sabe o que se passa e, assim como na ceia, permite que o banquete de luz aconteça mesmo que alguns prefiram não se alimentar.
Os espíritos que comentem esses atos com seus colegas e, em seguida, com sigo mesmos, demonstram um sangramento da Terra em transformação. As dores de escolhas equivocadas no campo do relacionamento; a forma de lidar com as tecnologias no fluxo de informações; a pueril amorosidade entre pais e filhos; a busca por consolo em ambientes de violência; a tentativa de encontrar sentido em uma vida cheia de conforto material e pouco afeto são alguns dos diferentes cenários de uma problema complexo para as mentes encarnadas.
Assim como na grande ceia, o alimento é oferecido aos encarnados que não estão atentos às oportunidades. Preferem se alimentar com os animais ao invés de se alimentarem na mesa com o Cristo. Essa tem sido de muitos espíritos no campo da paternidade e maternidade que optam pela queda moral. Se os espíritos vindos como filhos não serem reconhecidos com o amor real, cada pai e mãe sentirá o tamanho dos atos covardes que seus genitores são capazes de fazer. O tamanho mais elevado desses atos é o homicídio com o suicídio. Espíritos que se iludem com a vida material, esquecendo do compromisso moral perante seus filhos, rastejando no chão da mesa do Cristo, comendo com os animais.
A comparação é dura, mas a realidade dos conflitos de espíritos que perdem seus pais em situações de suicídio é mais dura ainda.
Que cada pai e mãe percebam a luz da oportunidade de receber seu filho e filha nessa vida. Eles parecem receber tudo de bom e do melhor, mas estão recebendo o distanciamento das relações.
Amor não é afastar ou aproximar com bens materiais.
Amor é compartilhar a vida assim como na ceia do Cristo.
MMC

(Mensagem recebida dia 19/06/19)

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