Pais e filhos na ceia do Cristo
“Quando chegou a
hora, Jesus e os seus apóstolos reclinaram-se à mesa”. Lc 22:14
A paz do Cristo é o bálsamo de
sustentação do equilíbrio terrestre. Nesse grande banquete de luz, Jesus distribuiu
as tarefas aos apóstolos, contando para cada um deles como seria o futuro. Na
ceia mais famosa da história envolvendo o Mestre, percebe-se que Ele está no
centro sob a dividindo o pão entre os apóstolos. Cada um alcança no banquete o
alimento necessário e daquilo que está preparado a receber. Esse quadro da ceia
oferece grandes ensinamentos.
Os casos frequentes de suicídios que
envolvem o homicídio de vários de alunos em escolas seguido do ato de autoextermínio.
Esse cenário que ocorre em mais de um lugar no globo gera vários conflitos
entre os profissionais do ramo e os governantes da vida física.
Na perspectiva espiritual, com as
lentes da imortalidade, Jesus sabe o que se passa e, assim como na ceia, permite
que o banquete de luz aconteça mesmo que alguns prefiram não se alimentar.
Os espíritos que comentem esses
atos com seus colegas e, em seguida, com sigo mesmos, demonstram um sangramento
da Terra em transformação. As dores de escolhas equivocadas no campo do
relacionamento; a forma de lidar com as tecnologias no fluxo de informações; a
pueril amorosidade entre pais e filhos; a busca por consolo em ambientes de
violência; a tentativa de encontrar sentido em uma vida cheia de conforto
material e pouco afeto são alguns dos diferentes cenários de uma problema complexo
para as mentes encarnadas.
Assim como na grande ceia, o alimento
é oferecido aos encarnados que não estão atentos às oportunidades. Preferem se
alimentar com os animais ao invés de se alimentarem na mesa com o Cristo. Essa
tem sido de muitos espíritos no campo da paternidade e maternidade que optam pela
queda moral. Se os espíritos vindos como filhos não serem reconhecidos com o
amor real, cada pai e mãe sentirá o tamanho dos atos covardes que seus
genitores são capazes de fazer. O tamanho mais elevado desses atos é o homicídio
com o suicídio. Espíritos que se iludem com a vida material, esquecendo do
compromisso moral perante seus filhos, rastejando no chão da mesa do Cristo,
comendo com os animais.
A comparação é dura, mas a
realidade dos conflitos de espíritos que perdem seus pais em situações de suicídio
é mais dura ainda.
Que cada pai e mãe percebam a luz
da oportunidade de receber seu filho e filha nessa vida. Eles parecem receber
tudo de bom e do melhor, mas estão recebendo o distanciamento das relações.
Amor não é afastar ou aproximar
com bens materiais.
Amor é compartilhar a vida assim
como na ceia do Cristo.
MMC
(Mensagem recebida dia 19/06/19)
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