terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Família: somos membros uns dos outros

Família: somos membros uns dos outros


“Assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros” – Paulo. (Rm 12:5)

Uma história bastante educativa é aquela dos filhotes de porco espinho. Eles se abrigam em sua mãe para se protegerem das situações de perigo.
Os porcos espinho, quando filhotes, possuem, com menor quantidade, mas ainda presente, diversos espinhos. Durante a aproximação uns dos outros sempre remete a um furo ou perfuração na pele de quem está perto. Ocorrendo então ferimentos e machucados. Porém, aos poucos, os filhotes percebem que quanto mais se está perto, mais os espinhos se acomodam, cruzando uns com os outros espinhos sem que a pele seja ferida. Ou seja, quanto mais perto, menos ferida. Quando se está muito distante, não há contato, também não havendo ferida, entretanto o filhote fica mais exposto às situações de perigo como um predador ou frio. Se a aproximação existe, mas é pequena, o espinho fica incomodando e acaba ferindo.
A vida em família também é assim, se deixar distante demais, fica exposto aos riscos da vida mas se ficar apenas um pouco próximo, haverá feridas. A condição de evolução é da aproximação de maneira a acomodar os espinhos. Nem sempre os membros da família possuem afinidade uns com os outros, necessitando assim da aproximação para auxiliar nesse ajuste.
A encarnação em família é estratégia extremamente eficiente.
Quando os membros da família se aproximam forma-se uma bela paisagem com vista para o sol, em torno de um lago em meio às plantas. Os espinhos do início se transformaram nessas plantas com folhas ainda pontiagudas, mas que deixaram de ferir, às vezes incomodando, porém, protegendo.
E quando necessário pode-se contar com o amigo Jesus que está em todo lugar, principalmente nos momentos de porco espinho.
Josué
(Mensagem recebida no Grupo Os Mensageiros da Comunhão Espírita de Brasília dia 20/11/19)

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