Família: somos membros uns dos outros
“Assim nós, que somos
muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos
outros” – Paulo. (Rm 12:5)
Uma história bastante educativa é
aquela dos filhotes de porco espinho. Eles se abrigam em sua mãe para se
protegerem das situações de perigo.
Os porcos espinho, quando
filhotes, possuem, com menor quantidade, mas ainda presente, diversos espinhos.
Durante a aproximação uns dos outros sempre remete a um furo ou perfuração na
pele de quem está perto. Ocorrendo então ferimentos e machucados. Porém, aos poucos,
os filhotes percebem que quanto mais se está perto, mais os espinhos se
acomodam, cruzando uns com os outros espinhos sem que a pele seja ferida. Ou
seja, quanto mais perto, menos ferida. Quando se está muito distante, não há
contato, também não havendo ferida, entretanto o filhote fica mais exposto às
situações de perigo como um predador ou frio. Se a aproximação existe, mas é
pequena, o espinho fica incomodando e acaba ferindo.
A vida em família também é assim,
se deixar distante demais, fica exposto aos riscos da vida mas se ficar apenas
um pouco próximo, haverá feridas. A condição de evolução é da aproximação de
maneira a acomodar os espinhos. Nem sempre os membros da família possuem
afinidade uns com os outros, necessitando assim da aproximação para auxiliar
nesse ajuste.
A encarnação em família é estratégia
extremamente eficiente.
Quando os membros da família se
aproximam forma-se uma bela paisagem com vista para o sol, em torno de um lago
em meio às plantas. Os espinhos do início se transformaram nessas plantas com
folhas ainda pontiagudas, mas que deixaram de ferir, às vezes incomodando, porém,
protegendo.
E quando necessário pode-se
contar com o amigo Jesus que está em todo lugar, principalmente nos momentos de
porco espinho.
Josué
(Mensagem recebida no Grupo Os Mensageiros da
Comunhão Espírita de Brasília dia 20/11/19)
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