domingo, 19 de abril de 2020

Os cavaleiros do apocalipse

Os cavaleiros do apocalipse


“Olhei, e diante de mim estava um cavalo branco! Seu cavaleiro empunhava um arco, e foi-lhe dada uma coroa; ele cavalgava como vencedor determinado a vencer”. (Ap 6:2)

Quantas alegrias desabrocham dos trabalhadores do Cristo na transição do planeta. Cada espírito de luz responsável pelas tarefas de proteção durante a pandemia percebe claramente as etapas sendo atendidas a partir do planejamento maior.

A estrutura de transição do planeta seguirá o modelo já trazido em outro momento pelo grandioso João Evangelista, ao deixar suas belas mensagens durante seu período na ilha de Patmos. A descrição de João mostra no Apocalipse os quatro pilares da transição já vividos pelo planeta Terra em outros tempos. Esses pilares são cíclicos de acordo com as subidas de nível moral do orbe terrestre. Eles conhecidos como os quatro cavaleiros do Apocalipse: fome, epidemia, guerra e morte.

Pode parecer assustador ou até remeter ao significado de fim do mundo que a palavra Apocalipse refere, mas é apenas uma estrutura sistêmica do universo na organização dos processos evolutivos do planeta. João descreve esse conhecimento diante de uma forma simbólica, porém na essência é um conhecimento divino, ou seja, universal. As fases passarão de maneira a atender as demandas de Jesus na gestão do planeta. No ciclo transitório, cada pilar tem um determinado papel de acordo com o contexto atual.

A fome refere ao entendimento do outro que sofre com a falta de alimento. Não só o alimento físico, mas moral. A sociedade está sedenta de alimento moral para enfrentar suas angústias. O ser coletivo precisa se reestruturar para acolher essa demanda. A essência dessa saciedade vem da necessidade de reconexão com Deus. Não adianta o desenvolvimento tecnológico, científico e organizacional se não considerar todo o potencial de aproximação com o Pai.

O segundo cavaleiro é a morte. Muitos desencarnam e desencarnarão, mas o crucial desse pilar é a morte dos modelos hegemônicos no campo social, político e econômico. Essas estruturas como funcionam atualmente estão morrendo porque se esgotaram. O ser coletivo demanda modelos mais humanistas, ecológicos e sensíveis às estruturas íntimas de cada ser.

O terceiro cavaleiro é a guerra. A guerra atual não é mais a luta por territórios, apesar de ainda no globo ocorrerem lutas por terras. Mas a guerra da desconstrução ideológica. Os espíritos se iludem em defender bandeiras que não coincidem com o olhar àquele que sofre. Levanta-se bandeiras de cunho social, progressista, religiosa e econômica mas na essência nenhuma reconhece o outro. As guerras ideológicas poluem o entendimento real do diagnóstico dos problemas do globo e assim dificultam a tomada de decisão para o ajuste moral. Muito se briga e pouco se cuida um do outro.

Por fim, o último cavaleiro é a epidemia que no atual momento é a pandemia. Ela é a chave que fecha o ciclo atual de entrada em um caminho estreito de transformação moral. A pandemia exige que os outros três cavaleiros se ajustem no sentido real de modificação moral do planeta. Os cavaleiros do Apocalipse precisam estar conectados no mesmo ideal para a conclusão da fase de entrada do novo ciclo. Serão vários ciclos até a concretização da transição. Os cavaleiros vieram nesse ciclo e dependem de um esforço individual para a nova era.

A organização da tropa é baseada no sentimento de amor perante ao planeta e muitos não conseguem vibrar esse sentimento perante as realidades de guerra ideológica, morte aos modelos hegemônicos e fome moral daqueles que estão perto.

Não basta olhar para o planeta esperando passar o ciclo e nem adianta escrever conteúdos de pessimismo e falta de indulgência para com os outros. A tropa do Apocalipse é organizada para efetuar os desígnios do Pai e não será impedida por atos tirânicos, sorrateiros e violentos que não consideram a essência da fraternidade.

O mundo pede mais e o planeta está aproximando da luz. Quem tem a sombra de forma preponderante não suportará a claridade e serão acolhidos em outro ambiente.

Aprendam a lição dos cavaleiros porque o comandante da tropa é o Mestre Jesus. Ele foi quem recebeu João no seu desencarne oferecendo todo o amor na sua chegada ao plano espiritual.

Cada um também deixará seu corpo físico e quem irá recebê-los?

Confiem no Mestre e sintam o Pai.
João
(Mensagem recebida dia 08/04/2020)

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