sábado, 30 de maio de 2020

Olhar ao longe

Olhar ao longe

 

Desenvolve tua habilidade de enxergar ao longe.

Quem só vê o que o circunda, pouco percebe do que, de fato, acontece.

Ao olhar só em volta dos nossos pés, desenvolvemos a errônea compreensão da vida.

Passamos a acreditar que tudo acontece ao nosso redor, por nossa causa ou para nos afetar.

A vida se torna estreita e limitada e passamos a interpretar tudo o que acontece unicamente a partir do nosso ponto de vista.

Com isso, perdemos o momento, deixamos passar a lição e nos encapsulamos no nosso mundinho.

A vida, meus irmãos, é muito mais do que isso.

Por isso, és hoje convidado a exercitar a habilidade de enxergar além: além das aparências, além das tuas convicções, além das tuas crenças, além....

Fixa o teu olhar no horizonte e percebas como o mundo é grande, quantas pessoas existem e que todas elas têm seu valor e sua importância neste planeta, neste momento específico e na tua vida, especialmente.

Caminhar junto é melhor que caminhar sozinho.

Mas o percurso partilhado exige disciplina ao viajante: é preciso sincronizar os passos, é preciso antever as necessidades dos companheiros, é preciso compartilhar, de fato, a jornada, olho no olho, mão na mão, coração com coração.

Aprendamos, pois, a olhar além de nós, a enxergar o outro, a caminhar juntos e a evoluirmos como irmãos que somos.

(Mensagem recebida dia 27/05/2020)

Crescer e renascer

Crescer e renascer

 

De repente as pedras se desprendem

E lá do alto rolam e se amontoam

Cobrindo o solo totalmente

E impedindo a passagem que antes era usada livremente

E diante desse quadro, alguns alardeiam a desgraça, o romper do que era usual,

Enquanto outros, de passagem, só observam o fenômeno natural

O que alguns chama de dor

Outros tantos reconhecem como amor

Oportunidade bendita de luz

Que a todos chega e reproduz

O que de ti existe como essência

E que te faz viver a experiência

Vendo o bem onde ele existe

Ou o mal no qual você ainda insiste

Faz da tua experiência de vida

Uma oportunidade bendita

De crescer e resplandecer

Nas lições que o Cristo veio trazer

Alinha teu olhar ao belo e ao bom

Deixando de lado tudo que foge aos seus abençoados dons

A vida te convida a crescer

E da experiência poder renascer

Aproveita a oportunidade

Que te chega pela adversidade

E transforma em luz

Tudo o que ainda não te conduz

Ao que, de fato, importa

Ao que, no final, te transformará no ser que você quer se tornar.

(Mensagem recebida dia 20/05/2020)


quinta-feira, 28 de maio de 2020

Fome moral: cavaleiro do cavalo preto

Fome moral: cavaleiro do cavalo preto

 

“E, havendo o Cordeiro aberto um dos selos, olhei, e ouvi um dos quatro animais, que dizia como em voz de trovão: Vem, e vê. E olhei, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e saiu vitorioso, e para vencer. E, havendo aberto o segundo selo, ouvi o segundo animal, dizendo: Vem, e vê. E saiu outro cavalo, vermelho; e ao que estava assentado sobre ele foi dado que tirasse a paz da terra, e que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada. E, havendo aberto o terceiro selo, ouvi dizer o terceiro animal: Vem, e vê. E olhei, e eis um cavalo preto e o que sobre ele estava assentado tinha uma balança em sua mão”. (Apocalipse 6:1-5)

Durante todo o momento de transição planetária, os métodos do Pai Criador permitem que os planetas subam os diferentes degraus evolutivos. Um desses métodos envolvem os exercícios terapêuticos de evolução descritos por João no Apocalipse como cavaleiros em seus cavalos preto, amarelo, vermelho e branco. Parece estranho, mas essa tropa chega como oportunidade bendita de evolução, fundamental para o estabelecimento da transformação moral. Um dos membros dessa tropa é cavalo preto com seu cavaleiro representando a fome.

A fome, dentro do parâmetro material, demonstra a precariedade da vida do ser que está nessa condição. Imaginar ou lembrar situações de fome talvez não seja tão fácil porque muitos não sabem o que é sentir fome verdadeiramente. Mas de toda forma, pode-se ter a certeza que é difícil explicar ou descrever, mas, em suma, o corpo sofre processos sistêmicos de desequilíbrio enormes. O ser que realmente passa pela fome está vivendo uma condição máxima de debilidade que acarreta respostas indescritíveis de sofrimento.

Após tentar chegar perto de entender o que é a fome real, pode-se aprofundar sobre o tema da fome representada pelo cavalo preto do apocalipse no momento da transição planetária. Primeiro é importante ficar claro que os cavaleiros além de representarem exercícios de caráter evolutivo, eles são altamente interrelacionados. Quando um deles toma a frente no desenvolvimento de algo, os outros por consequência são incitados. Ou seja, quando ocorre um movimento do cavalo branco que representa a epidemia, ou peste na descrição da época, inicia-se uma repercussão nos outros três cavalos: guerra, fome e morte. E assim por diante, os quatro cavaleiros com seus cavalos se alternam em momentos cíclicos com maior ou menor força de acordo com cada etapa do processo evolutivo.

Tendo em vista quais são os cavaleiros, suas interligações e o reforço no entendimento da fome real, pode-se pensar na fome do Apocalipse nesse ciclo de transição da regeneração. Ela nesse novo ciclo é a fome moral. Há algumas décadas, o planeta tentou encontrar respostas em vários caminhos para o real sentido da vida. O mundo buscou vivenciar muitas experiências, conhecer várias fontes de alimento espiritual e encontrando, em sua maioria, apenas um vazio. Vários espíritos já viviam esse vazio existencial que com a pandemia apenas acentuou, uma vez que os cavaleiros trabalham juntos.

A fome moral é o buraco encontrado no centro da alma. É aquela dor que como a fome física, destrói o ser. Mas na fome moral a destruição é na vida do espírito. Ele se perde nas mais profundas aflições de sua sombra. Por incrível que pareça, a fome moral consome o ser. Ao chegar nesse ponto, o ser então olha para o alto. Essa é a chave, a oportunidade do exercício terapêutico evolutivo do cavalo preto é o olhar para o alto. Esse ato é o exercício fundamental de reconhecer o Criador, honrar o Pai. Quando o espirito não tem mais para onde olhar por já estar no fundo da sua mais profunda sombra, imediatamente, ele olha para o alto.

Isso não quer dizer que todos os espíritos necessitam de passar pela miséria moral para encontrar o Pai consolador. A grande parte consegue olhar para o alto durante sua caminhada evolutiva, mas durante esse percurso acaba se perdendo e esquece as luzes do céu. Se apega aos brilhos do ouro, do poder e da própria vaidade, esquecendo do alimento moral. A grande expectativa é construir na intimidade a prevenção de não cair na fome do vazio moral.

O alimento oferecido pelo Pai está mais perto do que possa imaginar. O alimento que cessa a fome moral está em olhar para o alto e assim olhar para o lado. Após olhar para o alto, olhar para o lado, olha-se para dentro e, por fim, volta-se a olhar para o alto. Essa é a lei de amor, o alimento da fonte eterna que sacia o espírito rumo à luz.

O ser coletivo Terra precisa aprender com o cavaleiro no cavalo pretom a olhar para o Pai reconhecendo o seu amor; olhar para o lado amando o companheiro mais perto; olhar para dentro amando a si mesmo para, enfim, voltar a olhar para o alto como gratidão e amor a Deus pela bendita oportunidade.

A fome moral é lição de amor.

A fome moral é saciada pelo amor.

O amor é vivido pelos olhares mais importantes da vida: alto, lado, dentro e alto novamente.

João

(Mensagem recebida dia 27/05/2020)

quinta-feira, 21 de maio de 2020

A transformação do planeta Terra e do planeta íntimo


A transformação do planeta Terra e do planeta íntimo


“Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu; e a primeira voz, que como de trombeta ouvira falar comigo, disse: Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer”. (Apocalipse 4:1)
“E vi na destra do que estava assentado sobre o trono um livro escrito por dentro e por fora, selado com sete selos. E vi um anjo forte, bradando com grande voz: Quem é digno de abrir o livro e de desatar os seus selos? E ninguém no céu, nem na terra, nem debaixo da terra, podia abrir o livro, nem olhar para ele. E eu chorava muito, porque ninguém fora achado digno de abrir o livro, nem de o ler, nem de olhar para ele”. (Apocalipse 5:1-4)
“E a voz que eu do céu tinha ouvido tornou a falar comigo, e disse: Vai, e toma o livrinho aberto da mão do anjo que está em pé sobre o mar e sobre a terra. E fui ao anjo, dizendo-lhe: Dá-me o livrinho. E ele disse-me: Toma-o, e come-o, e ele fará amargo o teu ventre, mas na tua boca será doce como mel. E tomei o livrinho da mão do anjo, e comi-o; e na minha boca era doce como mel; e, havendo-o comido, o meu ventre ficou amargo. E ele disse-me: Importa que profetizes outra vez a muitos povos, e nações, e línguas e reis”. (Apocalipse 10:8-11)
“E eu lancei-me a seus pés para o adorar; mas ele disse-me: Olha não faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus. Adora a Deus; porque o testemunho de Jesus é o espírito de profecia”. (Apocalipse 19:10)

O trabalho do plano espiritual para a transição do planeta Terra está planejado desde a sua origem quando o Mestre Jesus recebe do Pai o grande bloco material. Os mundos do universo passam pelas diferentes etapas evolutivas com passos constantes e frequentes. Na etapa atual, Jesus, guia e modelo, conta com todo auxílio de João, atual guia do Ministério da Regeneração.

João durante sua estada com o Cristo recebeu vários ensinamentos, porém sua missão mais importante, naquela época, foi transmiti-los quando esteve na ilha de Patmos. Naquele período não foi simples ser médium do Cristo, mas com seu grande desenvolvimento moral, os processos de conexão tornaram-se cada vez mais fluídos, dia após dia.

João contou com a ajuda do seu fiel seguidor, o qual hoje escreve essas palavras, para dar continuidade à transmissão da mensagem. Pátius é meu nome. Sempre senti a capacidade mediúnica de João, desde o dia que ele me curou. Naquela época, eu e minha família questionávamos bastante a mensagem do tal Jesus, mas no desespero da enfermidade que meu corpo sofria, meus familiares procuraram João, mesmo sabendo que era Cristão, e ele permitiu minha melhora. A partir de então comecei a segui-lo acompanhando todos seus últimos anos de vida na sua batalha de enfrentamento íntimo na ilha de Patmos. Conseguiu divulgar o legado transmitido pelo Cristo no evangelho e de forma desafiadora nas tão peculiares e eternas informações do Apocalipse.

Durante suas encarnações seguintes, continuei trabalhando com ele, e, atualmente, estamos juntos na empreitada da transição planetária, proposta pelo Cristo. Recebo todas as informações e passo para os vários médiuns do planeta de maneira a divulgar com o cuidado e  no momento adequado o conteúdo espiritual da nova condição que o planeta assumirá. Nem todo o conteúdo é de fácil entendimento e a moderação das informações ainda é necessária. Os diferentes conteúdos que participarão dessa obra estão alinhados com os trechos do Apocalipse. Isso porque o último capítulo do livro sagrado traz as chaves para o entendimento dos ciclos evolutivos do planeta. Lá estão, de forma rústica e interpretativa, os pontos chave de toda mudança evolutiva que os planetas passam.

Um desses pontos chave é considerar o planeta como um ser coletivo. Percebe-se que nele, assim como o ser espiritual, há centros de força interligados que interferem na evolução das diferentes fases. Outro ponto chave também descrito refere-se aos diferentes exercícios terapêuticos que o planeta passa para atingir as condições mínimas do próximo nível evolutivo.

Apesar do alinhamento aos trechos do Apocalipse, é importante ter cautela nas interpretações. Muitos se prendem em visões materialistas relacionadas ao fim dos tempos, porém, seu papel é de abertura dos novos tempos desse novo ciclo evolutivo. João recebe o “livro escrito por dentre e por fora” que estava sobre o trono. Ele então assumiu a empreitada de divulgar o conteúdo apocalítico, ao ser nas palavras da época, “testemunho de Jesus” ou, na atualidade, médium do Cristo. Daquela época até hoje, estamos trabalhando no apoio ao planeta para assumir esse novo patamar evolutivo.

Não será fácil a divulgação dessas informações no plano físico, assim como não foi para João em Patmos. A proposta não é oferecer interpretações absolutas sobre o conteúdo apocalíptico e para aqueles que buscam esse caminho, várias dessas interpretações já existem no plano físico. O objetivo é apresentar o conhecimento espiritual de como ocorre, até onde conseguem entender, os bastidores da transição planetária. Esse conhecimento não tem papel apenas histórico ou narrativo da realidade espiritual, pretende demonstrar e esclarecer, dentro da condição que nos é autorizada mencionar, sobre todo o trabalho da espiritualidade na transição planetária. Mas a essência de toda essa divulgação é confortar corações. Não adianta se prender em informações de conteúdo espiritual se ela não for efetiva na transformação moral. O amplo entendimento sobre a transformação do planeta não faz sentido se não ocorrer transformação o planeta íntimo.

Logo, a efetividade desse conhecimento está em entender o papel da espiritualidade na transformação planetária e como cada espírito também possui esse amparo na sua transformação moral. A Terra está assumindo uma nova condição, mas cada espírito também vive esse processo. Ou seja, entender a estrutura macro do planeta deve ser um movimento para entender a estrutura micro de si mesmo. O conforto da espiritualidade no amparo ao planeta é o mesmo conforto no amparo de cada espírito. A caminhada da Terra é rumo à luz assim como de cada ser.

Se João assumiu abrir o “livrinho da mão do anjo e comê-lo” é porque estava preparado para tal tarefa. Hoje, ele, junto ao Cristo, abre à humanidade as páginas de um novo tempo. O tempo da regeneração do planeta e dos corações de todos os espíritos, alunos dessa escola de luz.

Que cada um aproveite o amparo da espiritualidade superior para a transição do seu mundo íntimo e que não se percam nas informações puramente históricas ou científicas da obra. Não esqueçam de entender na intimidade o grande planeta que possuem dentro de si mesmo. Esse planeta micro precisa ser cuidado para se transformar, assim como o planeta macro. E podem contar com os amigos de luz, porque se a Terra é sustentada na transição, cada espírito também é.

Jesus está na condução dessa transição e todos estão juntos rumo à transformação moral.

Porque a Terra é o planeta azul e será cada vez mais o planeta luz.
Pátius

(Mensagem recebida dia 20/05/2020)

quarta-feira, 20 de maio de 2020

O estudo de nós mesmos

O estudo de nós mesmos


Nós estamos nos estudando... estamos em franco processo de descobrimento de nossos eu´s. A vida na carne nos convida a esta descoberta... nos leva ao âmago de nossos Espíritos.
Tenhamos, então, coragem de trilhar esta viagem interna, ao universo desafiador de nós mesmos, que poderá nos levar a locais inimagináveis e desconfortáveis!
Teremos muitos desafios a frente, os quais serão, a seu tempo, todos vencidos...
Entretanto, nestes momentos difíceis, travaremos muitas lutas onde o inimigo será “nós mesmos” ... E nosso lado escuro que necessita de luz, inicialmente, se ressentirá da súbita claridade que lhe será imposta ...
Então, estejamos conscientes que nestes momentos angustiantes o auxílio do Alto será muito salutar e bem-vindo, pois também necessitaremos de horas de refazimento para prosseguir na estrada escolhida!
O Mestre Jesus e nossos Mentores sempre estarão com conosco ... porém, durante a caminhada, nós nos tornaremos cada vez mais iluminados!
Sejamos LUZ, hoje e sempre!
Abdias
(Mensagem recebida dia 13/05/2020)

segunda-feira, 18 de maio de 2020

No jardim da tua vida

No jardim da tua vida


De onde vem o desespero
Senão da falta de fé.
De onde vem o desânimo,
Senão da ausência do trabalho produtivo.
De onde vem a tristeza,
Senão da falta de esperança.
A vida deve ter um sentido.
Nascer, crescer, progredir e perecer.
Em cada uma dessas etapas,
Algo de bom deve surgir.
Algo que diga da tua essência,
Algo que te ajude a se redescobrir.
Ao sairmos desta existência,
Que marcas levaremos conosco
E quais deixaremos aqui?
A tua existência não é um vazio,
Não é um nada.
É cheia de significados que só a ti cabe descobrir.
Mergulha, pois, na tua essência
E traga à superfície tudo o que tens de melhor.
Tua contribuição para o mundo,
O que lhe cabe fazer,
As tuas responsabilidades
E o que escolhestes realizar.
No jardim da tua existência,
Que os teus dons possam florescer,
Espalhando luz no mundo, 
Como se deve fazer. 

(Mensagem recebida dia 13/05/2020)

A túnica nupcial

A túnica nupcial


Como as noivas à espera pelo noivo que virá,
Na mensagem bíblica que nos vem alertar,
Para tudo em nossa vida há um preparo, do qual não devemos descuidar.
A túnica nupcial que se exige, nesse novo altar, é a túnica da consciência,
Que costuramos ao ingressar nos meandros do conhecimento
Do espírito que somos no corpo que estamos a envergar.
Entendimento fundamental para, no momento presente,
Continuarmos, com alegria, a caminhar.
“Tudo passa, e isso também passará...”
Já nos foi dito e reconhecemos que assim se dará.
Mas a resiliência para o processo, consiste em tomar posse do que julgamos conhecer
E seu efeito empírico, em nós, verificar:
Se somos Espíritos imortais,
Que a imortalidade venha nos tranquilizar;
Se somos colocados à prova, para a evolução nos propiciar,
Que aceitemos a prova com galhardia e com serenidade, por ela, possamos passar;
Se há um Deus de amor e bondade,
Confiemos, então, que Ele está a nos amparar.
A noiva vestida com a túnica do conhecimento,
Certamente está pronta para casar
Com o tempo e a espera que o momento nos desafia a superar.

(Mensagem recebida dia 13/05/2020)

domingo, 17 de maio de 2020

Pandemia: Jesus está dormindo?


Pandemia: Jesus está dormindo?


“Entretanto, Jesus dormia deitado na popa, com a cabeça numa almofada. Inquietos, acordaram-no, gritando: “Mestre, não te preocupa que estejamos quase a morrer?” (Marcos 4:38)

Nas diferentes reflexões diante do momento doloroso da pandemia, questiona-se a existência de um Deus, a existência de um amparo espiritual e como os diferentes credos explicam esse quadro.

Na visão mais superficial do cenário atual, muitos sentem falta de amparo e proteção, falta de sentido e apoio, além da falta de perspectivas positivas. Ao ver cada país sofrendo com o vírus ou com a condução dos governantes perante o vírus, surge, em muitos, frustração e decepção. Ao ver companheiros do mesmo país ou da mesma cidade desmerecendo os cuidados uns com os outros, pode causar frequentemente repulsa e até uma sensação violenta. Todas essas aflições e a falta de perspectiva são reais e legítimas diante de um cenário árduo de insegurança. A fé nesse momento parece ser fraca e as respostas que são oferecidas parecem não preencher os conflitos diante de tantos medos.

O conforto e a segurança serão construídos nos corações daqueles que acreditam em algo maior no mundo. Aqueles que não sabem nomear, mas confiam em uma força maior que rege o universo podem se sentir seguros também. Outros que recorrem a diferentes energias e dogmas na perspectiva do amor, se sustentam nesse caminho. Agora aqueles que creem no Mestre Jesus precisam de fato construir esse entendimento no coração. O espírito desse grande exemplo e modelo para a humanidade não se pode perder em interpretações pueris ou limitadas à uma crucificação. Jesus é o espírito da Terra com maior envergadura moral e traz essa conquista há muitos bilhões de anos. Nos diferentes símbolos que são oferecidos a Ele como crucificado, cordeiro, cavaleiro no cavalo branco, príncipe da paz, o mais importante é compreender a sua mensagem universal. Jesus trouxe o amor, exemplificando-o no plano físico. Hoje segue vibrando esse sentimento na condução do planeta Terra. E para aqueles que tenham olhos de ver e ouvidos de ouvir é necessário fortalecer a fé e a razão para compreender o tamanho que é esse trabalho.

Jesus é o governador do planeta e nessa empreitada conta com diversos trabalhadores. O trabalho é dividido pela sua misericórdia uma vez que pela sua condição evolutiva, não precisaria dos trabalhadores para concluir sua tarefa. O Mestre divide o trabalho da Terra em vinte e quatro ministérios sendo um deles designado à Regeneração. À frente dessa missão está João Evangelista, companheiro do Cristo de muitas jornadas. Sua tarefa é conduzir o planeta para um novo degrau evolutivo e assim passar por cada desafio que virá através dos diferentes exercícios terapêuticos, dentre eles, a pandemia. Esse ministério conta com o apoio da cidade espiritual Esmirna onde ocorre o espelhamento da estrutura espiritual que será constituída no plano físico nas próximas décadas. Lá também está todo o apoio dos espíritos de luz, trabalhadores de João e do Cristo.

João segue na condução do ministério da Regeneração e diferentemente da visão, em Patmos, dos vinte e quatro anciãos[1] que não parecia ser clara, hoje é bem nítido. Os anciãos representam os ministérios de Jesus e um deles era a projeção de João como ministro. Na abordagem apocalíptica, o cordeiro[2] estava no meio do entre os anciãos o que parecia confuso. Porém, independente dos símbolos, o trono do ponto de vista moral é realmente do Cristo. Claro que o Mestre na sua condição de luz não usa essa estrutura simbólica materialista do trono, mas foi assim que João naquele momento conseguiu enxergar.

Outras imagens causam dúvida, mas a essência do Cristo é o mais importante: sua mensagem de amor e a sua envergadura moral. Muitos se perdem em ver apenas a mensagem de amor e desconsideram seu papel macro no planeta e no universo. Outros se perdem na visão do governador planetário e espírito de luz, porém, esquecem a vivência da mensagem fraterna. Importante ter a informação do papel do Mestre como também da sua mensagem. Assim como perceber que os símbolos trazidos por João no Apocalipse estão dentro de um contexto e nem todos serão utilizados nesse momento.

Muito se fala sobre a noiva[3], sobre os quatro animais ou seres que estavam com os vinte e quatro anciãos[4]; sobre o cavaleiro no cavalo branco[5]; sobre o cordeiro e seu sangue[6]. O que mais importa é perceber que Jesus é o governador do planeta Terra. Além desse planeta, é governador de outros. Imaginem assim o tamanho desse espírito que há bilhões de anos já é celestial. Jesus está entre os espíritos de maior condição evolutiva do Universo, realizando reuniões em outros sistemas. Parece muito distante esse entendimento e quanto mais se aprofunda mais corre-se o risco de se perder em uma cortina de fumaça traiçoeira, esquecendo a essência da mensagem de Jesus. Hoje não é possível entender mais do que já foi apresentado sobre o Cristo.

O essencial é entender que sem a lei de amor não será possível se manter na nova vibração do planeta durante a regeneração. Não é questão de expulsar aqueles que não estão preparados para essa nova etapa, é apenas uma questão de sintonia. Quem não vibrar no bem em maior parte do seu íntimo, não suportará o planeta Terra. As diferentes oportunidades estão sendo dadas a todos, por isso parece estranho ver espíritos ainda tão perversos à frente de nações, de organizações criminosas e núcleos familiares. Todos estão vivendo a chance de modificação íntima até a última hora.

Nos diferentes departamentos de João no ministério da Regeneração, muitos trabalhadores acompanham os espíritos que estão na pior condição moral. São vistos de perto e monitorados pela espiritualidade de maneira a terem a chance de escolher como foi para todos no planeta. Porém, sua liberdade irá até o ponto que não comprometam cenários maiores onde essa equipe de trabalhadores irá intervir sob o amparo de João e designação do Cristo, além do respeito às leis divinas. Todo esse processo de transição é amparado.

Parece que o planeta está à deriva, mas as etapas estão avançando e cada uma delas será concluída de maneira adequada. Os diferentes cavaleiros[7] trazidos por João exercem sua função no momento atual: a fome moral, a guerra das ideologias, a morte dos modelos hegemônicos e as pandemias. Todos eles são exercícios terapêuticos que auxiliarão o barco da vida encontrar o rumo junto à luz.

O Mestre durante sua passagem na matéria deixou várias lições, dentre elas, a passagem da tempestade[8]. Durante uma travessia de barco, eles se depararam com uma grande tempestade que causou pavor entre todos ali presentes. Porém, quando procuraram o Mestre, Ele estava dormindo o que causou ainda mais medo. Assim estão os espíritos durante a passagem do cavaleiro da pandemia. Parece que estão todos em uma tempestade e Cristo está dormindo. Como são muitos fatos tristes e deprimentes acontecendo surge essa insegurança, porém, Jesus sabe o que faz mesmo que pareça que Ele esteja dormindo. O ponto fundamental da passagem é que de fato ele estava dormindo, mas estava com o leme. Por mais que pareça estar tudo perdido, não esqueça de quem está no leme.

Assim é o Mestre, Ele parece dormir, mas o leme sempre está em suas mãos.
João
(Mensagem recebida dia 13/05/2020)





[1] Apocalipse 4:4 (nota do médium)
[2] Apocalipse 5:6 (nota do médium)
[3] Apocalipse 19:7 (nota do médium)
[4] Apocalipse 4:6 (nota do médium)
[5] Apocalipse 19:11 (nota do médium)
[6] Apocalipse 12:11 (nota do médium)
[7] Apocalipse 6:1-8 (nota do médium)
[8] Marcos 4:35-41; Mateus 8:23-27; Lucas 8:22-25

quinta-feira, 14 de maio de 2020

Jardim interior

Jardim interior


Que alegria, que coisa bela!
A explosão multicor que se desdobra de minha janela.
São flores, por mim plantadas, desabrochando na primavera.
E para nós o milagre da vida foi realizado, simplesmente, pela nossa espera,
Ao acompanhar os processos vivos codificados pelo Criador para tudo que nos envolve nessa esfera.
Sim, a beleza é de se admirar, mas aqui não estamos só para contemplar.
Podemos fazer parte do milagre, dessa beleza participar,
Regando com nossos pensamentos de fé, confiança e esperança
A terra árida que estamos a atravessar;
Ver com alegria, a cada dia, brotos querendo desabrochar;
Enviando aos planos mais altos as preces que ousamos invocar,
Rogando misericórdia e proteção para os seareiros que estão a trabalhar.
Finalmente, abrindo o coração para as novas lições que temos a aprender e ensinar.
Estamos num mundo que se renova, que urge aos seres se renovar.
Olhemos para dentro de nós com alegria, por essa janela espetacular
Que é a alma de quem se descobre e pela descoberta se projeta ao se transformar.
Busquemos a beleza do jardim no universo particular.
E lancemos as sementes do que de bom encontrarmos,
Semeando a esperança para tantos que ainda relutam em se olhar.

(Mensagem recebida dia 06/05/2020)

domingo, 10 de maio de 2020

Esmirna: a cidade espiritual e o centro coronário

Esmirna: a cidade espiritual e o centro coronário


“Ao anjo da igreja em Esmirna escreva: Estas são as palavras daquele que é o Primeiro e o Último, que morreu e tornou a viver”. (Apocalipse 2:8)

No entendimento das sete igrejas do Apocalipse correlacionados com os centros de força do ser coletivo Terra, iremos descrever o centro coronário. Ele é a sustentação da Terra do ponto de vista de conexão com as diferentes vibrações espirituais. O centro coronário é o campo de trabalho para a mediunidade, permitindo que o ser se aproxime da realidade da vida espiritual.

Esse centro de força da Terra, diferentemente dos outros, não envolve um local geográfico em regiões materiais do planeta. O centro de força coronário está localizado no plano espiritual, sendo assim uma cidade espiritual. Ela leva o nome da igreja Esmirna descrita por João.

A Esmirna é a cidade espiritual com maior desenvolvimento moral do planeta. Ela permite que o ser coletivo Terra se conecte com as esferas morais mais elevadas do universo, oferecendo a sustentação necessária para que essa conexão do planeta. Lá estão os espíritos trabalhadores do Mestre Jesus com maior bagagem moral para o auxílio do trabalho do Cristo na transição da regeneração. Nessa cidade, que permeia todo o orbe terrestre, são desenvolvidas tarefas de iluminação e apoio para os grupos de socorro espiritual além de apoio iluminativo das outras cidades espirituais. A cidade Esmirna é conduzida também como suporte educativo para espíritos que no sono físico buscam o conforto do entendimento moral da transição do planeta. Lá, vários daqueles espíritos designados pelo Cristo recebem as orientações e apoio necessário para o desenvolvimento das tarefas relacionadas à transição planetária. São desenvolvidas também as estruturas da nova condição da regeneração servindo como um projeto introdutório e educativo da nova realidade que virá.

A cidade é comandada por João Evangelista já que ele é o espírito responsável pela transição do planeta. Jesus sabe exatamente as necessidades de cada etapa até a regeneração e a existência dessa cidade é uma dessas condições. Além disso, o Mestre a considera como o centro de força fundamental na mediação do espírito com a realidade espiritual, da mesma maneira que o centro coronário do perispírito.

A cidade Esmirna leva o nome da igreja do Apocalipse que apresentou uma característica marcante de conseguir superar todos os desafios da época. Foi a igreja que nos chamamentos de João não necessitou de sinalizações no sentido de distorções da mensagem do Cristo. Assim, Esmirna mostra sua capacidade de cumprir seu papel, sob orientação do Cristo de: 1) conectar o planeta aos mais altos níveis morais do universo; 2) oferecer, como cidade espiritual, o modelo da realidade que será cada vez mais implantada no mundo material; 3) oferecer as melhores condições vibratórias para a condução do trabalho de João.

Quando os outros centros de força do planeta desequilibram, dependem muito do centro coronário para a reestabelecimento do equilíbrio. Quando eles sofrem abalos espirituais por escolhas individuais baseadas nas chagas da humanidade, egoísmo e orgulho, o centro coronário oferece o amparo a partir da sustentação dos espíritos iluminados trabalhadores de Esmirna. Nessa interligação dos centros de força, todos sofrem as interferências, mas o centro coronário é aquele que resolve, ao final, o saldo catastrófico ou iluminativo das escolhas individuais e coletivas do planeta.

Com esse entendimento amplia-se o ponto de vista do globo que, similar ao perispírito, possui centros de força interligados, sendo necessária uma visão macro espiritual da vida. Assim como é necessária a visão micro espiritual de cada ser residente dessa grande escola chamada Terra.

O amor de Jesus é a alavanca que pulsa os centros de força os quais na época de João, em Patmos, eram impossíveis serem descritos por essas palavras. Mas hoje, com a evolução de todos os espíritos da Terra rumo à regeneração, é possível ampliar o entendimento da vida.

Jesus segue no amparo e comando da transição através de seus trabalhadores, em especial João, nessa específica missão. Já João conta com toda a sustentação da cidade espiritual Esmirna e seus trabalhadores. E eles contam com todos os espíritos encarnados que estão em cada específico centro de força do globo. Assim é a evolução do planeta, do micro para o macro, com o amparo do Cristo.

Mantenham-se firmes!

A luz está brilhando cada vez mais!
João
(Mensagem recebida dia 06/05/2020)

A graça de Deus

A graça de Deus


A “Graça” nos é dada de graça, apenas necessitamos reconhecê-la. Diariamente, entramos em contato com diversas ações oriundas do mundo espiritual. Uma infinidade de feitas são enviadas ao mundo, porém grande parte dessas não é reconhecida pela humanidade, por nós!
Nos perguntemos, então: O auxílio do Alto deverá ser encaminhado com notificação para destinatário? Será que somos tão orgulhosos e egoístas para nos mantermos tão inertes e míopes as bençãos enviadas pela Misericórdia Divina?
Precisamos urgentemente nos reconhecer, nos burilarmos, para compreendermos que fazemos parte de um “todo” que é sempre beneficiado, mas que o desperdiça por razões nada nobres... Em geral, por nos mantermos orgulhosamente em um “pedestal”!
Acordemos para a VIDA! Descubramos a nós mesmos!
Cresçamos, para podermos a passos largos, caminhar na estrada do bem. Caminho esse que poderá ser trilhado com alegria e satisfação, mas que só será assim, se nós nos dispusermos a ver, ouvir, agir, em consonância com os ensinamentos e exemplos do Mestre Jesus!
O caminho é perfumado, florido, iluminado... e trilhado por seres do bem, os quais já existem, mas que precisam descobrir seus verdadeiros “eu´s”.
Sejamos bons, façamos o bem sempre!

Assim seja!
Antônio
(Mensagem recebida dia 06/05/2020)

Contabilidade existencial

Contabilidade existencial


Chegará o dia em que em tua porta o ceifador perguntará: que sementes plantastes na lavoura de tua existência? Que frutos poderemos colher neste exato momento, caso formos até a horta que cultivas todos os dias, com teus atos, pensamentos e emoções?
O que esse mensageiro irá encontrar?
O que você vem plantando? Que sementes você tem lançado ao solo?
A tua lavoura reflete quem você é.
Ao olhar para tudo o que semeastes, qual sentimento que te chega?
Se for a alegria do dever cumprido, rogo-te que não esmoreça em continuar espalhando as sementes do amor, da caridade e da fé.
Há ainda muito trabalho a fazer e embora muitos sejam convidados, poucos os que se colocam à disposição, com ânimo e coragem para a labuta.
Se a tua plantação está pobre, com mais ervas daninhas do que bons frutos, rogo-te que não esmoreça. O passado não pode ser mudado, mas o futuro começa no hoje e o presente é uma página em branco, esperando que ali você pincele a sua história.
Meus irmãos, nós somos o que plantamos no mundo. Seremos lembrados não pelos nosso bens e realizações materiais, mas por aquilo que fizermos em prol do mundo e de nós mesmos.
Espalhamos sementes ao vento, sempre que nos posicionamentos na vida, seja de forma produtiva ou não.
Somos responsáveis pelo resultado de nossas ações, pelos frutos que nascem das sementes por nós lançadas.
Aproveitemos nosso tempo para lançar ao vento as boas sementes que germinarão nos corações de nossos irmãos, auxiliando-os no caminho da iluminação, do crescimento e da fé.
Lancemos boas sementes por onde quer que passemos, contribuindo para a melhoria de nós mesmos e do mundo a nossa volta.
Essa deve ser a nossa maior contribuição ao planeta: tornarmo-nos semeadores do bem.
Ânimo, coragem e fé, que hoje você pode reescrever a sua história.

(Mensagem recebida dia 06/05/2020)

domingo, 3 de maio de 2020

Ame


Ame


Hoje a minha rogativa a você é essa: ame com toda a força do seu coração.
Ame as pessoas que te são caras ao coração.
Ame as pessoas por meio das quais as lições de vida te chegam.
Ame as oportunidades que a vida te dá de crescer e progredir.
Ame os desafios que te chegam.
Ame as pessoas que te estendem a mão.
Ame as pessoas que te ofendem e caluniam.
Ame aquele ser que hoje não te compreende.
Ame aquele que só te procura em momento de aflição.
Ame os teus momentos de alegria.
Ame as lágrimas que te lavam a alma.
Ame, ame sempre e com persistência.
O amor cria uma couraça de luz e proteção, que se propaga a tua volta e faz criar mais amor e mais luz, num ciclo ininterrupto de esperança, coragem e fé.
Ame, ame sempre, porque acedendo a luz dos teus olhos, é a luz e a beleza que passarás a ver e a sentir.
Transforma a ti mesmo, amando sempre.
O amor é o início e o fim de tudo.
Ame.


(mensagem recebida dia 29/04/2020)

Sinfonia em sintonia

Sinfonia em sintonia


As luzes dispersas no veludo sideral
Evocam, desde há muito, no ser hominal
As extensões inalcançáveis pela mente material
Do infinito que observamos no recorte espacial.
E tudo nos fala de equilíbrio e correção do projeto divinal.
Os orbes em velocidade extrema se deslocando, em velocidade surreal,
Para nós não nos revelam fração infinitesimal.
Somos parte, portanto, de uma imensidão universal.
E mesmo pequenos em relação ao que não se vê como igual,
Pertencemos a um concerto de sinfonia imortal.
Desse modo, à despeito do embate atual,
Fortaleçamos o compromisso de contribuição individual.
Para que do nosso círculo íntimo para o planeta em geral,
Possamos emanar vibrações de uma serenidade espiritual.
Esse pouco é muito para o equilíbrio global.
Cada um emanando de sua luz pessoal
Os elementos de construção de uma cura real.
Em que, pensamentos renovados, sentimentos acalmados,
Farão a transformação,
Para o mundo regenerado.
Mantenhamos a sinfonia em sintonia com o universo abençoado.
Somos parte da Obra de Deus,
Co-criadores habilitados à manutenção da esperança  
No mundo de regeneração que tanto temos esperado.

Psicografia recebida no grupo Os Mensageiros, no dia 29 de abril de 2020.

Quantas pandemias mais?

Quantas pandemias mais?


Com a luz irradiando no alto do céu pelo sol que aquece os corações, precisamos lembrar de algumas reflexões. Na busca por mudar o mundo íntimo, a oportunidade da pandemia oferece milhares de chances.  Se cada ser entender no íntimo, o porquê de viver com seus familiares, entenderá os mais belos sentimentos da vida: o amor.

Na busca por socorrer corações fora do lar famintos de comida, alguns se iludem na tentativa equivocada de resolver o problema. Muito tem sido feito para arrecadar alimentos e insumos hospitalares. Ótimo, é necessário e válido, mas não se esqueçam do sentido maior da pandemia. A presença de um vírus com tais características acarretando tantas mudanças comportamentais foi estritamente calculado por um objetivo maior. E as pessoas estão se iludindo com uma realidade do mundo material. Não é para doar comida que veio a pandemia. Não é para evoluir a tecnologia. Não é para ficar cada um no seu quarto. Não é para arrecadar cesta básica. Não é para fazer música na janela.

É por tudo isso que veio a pandemia, mas não é por nada disso. Deve-se arrecadar, doar, compor música, fazer máscara de forma voluntária, gerar tecnologia, criar modelos de trabalho e tantos outros movimentos válidos. Mas na realidade mesmo, não é para isso.

Quantas pandemias serão necessárias para entenderem a necessidade de cuidar do outro? Cuidar do outro mesmo! Não é dar cesta básica. É matar a fome física que dói o estômago, mas é também escutar o coração do outro e explodir as barreiras egocêntricas e individualistas de uma sociedade doente no seu próprio mundo. O cuidar envolve arrecadar alimentos, criar tecnologias e elevar o outro no patamar mais alto da luz.

Muitos recebem da vida os banquetes mais fartos e não sabem o que fazer. Há também o banquete da vida que são as condições que cada um possui para evoluir. Se cada ser valorizar tudo que possui, conseguirá cuidar do outro. Conseguirá cuidar nem que seja por constrangimento ao ver tudo que tem e não multiplica.

Não é assim que a Terra evolui, esquecendo de cada familiar trancado no quarto. Se cada um não consegue dialogar com o coração de um familiar, como consegue pensar na cesta básica? Como conseguirá desenvolver uma tecnologia de cura do vírus se como sociedade não conseguem procurar aqueles que sofrem em países vizinhos, na cidade mais perto, no bairro mais pobre, na mansão mais rica, no governante que é egocêntrico, no diretor da empresa que está perdido, no filho que chora no quarto, no sentimento de culpa que você não mexe.

Como acolher e cuidar de tantos “outros”? Olhe para os seus bens. Em seguida, exercite a compaixão para com os outros em todas as instâncias até chegar na sombra do seu próprio coração.

Pandemia não é brigar com a ideologia, com o político, com a imprensa ou com o vizinho. O vírus é para o tratamento de uma sociedade doente que se agoniza nas ilusões de um mundo egocêntrico em um desdobramento de indivíduos egocêntricos. Quantas pandemias mais? Quantos chamamentos serão necessários?

Não adianta confabular reflexões se não sentirem o cheiro do outro. Ele está gritando socorro e faz tem, muito tempo.

A mensagem é apenas uma e esperamos que a pandemia também: amar uns aos outros!

Estamos esperando e orientando daqui, lutando por cada um!

Porque já sabemos amar cada um de vocês!
MMC
(Mensagem recebida dia 29/04/2020 – Grupo Os Mensageiros Brasília/DF)