Contabilidade existencial
Chegará o dia em que em tua porta
o ceifador perguntará: que sementes plantastes na lavoura de tua existência?
Que frutos poderemos colher neste exato momento, caso formos até a horta que
cultivas todos os dias, com teus atos, pensamentos e emoções?
O que esse mensageiro irá
encontrar?
O que você vem plantando? Que
sementes você tem lançado ao solo?
A tua lavoura reflete quem você
é.
Ao olhar para tudo o que
semeastes, qual sentimento que te chega?
Se for a alegria do dever
cumprido, rogo-te que não esmoreça em continuar espalhando as sementes do amor,
da caridade e da fé.
Há ainda muito trabalho a fazer e
embora muitos sejam convidados, poucos os que se colocam à disposição, com
ânimo e coragem para a labuta.
Se a tua plantação está pobre,
com mais ervas daninhas do que bons frutos, rogo-te que não esmoreça. O passado
não pode ser mudado, mas o futuro começa no hoje e o presente é uma página em
branco, esperando que ali você pincele a sua história.
Meus irmãos, nós somos o que
plantamos no mundo. Seremos lembrados não pelos nosso bens e realizações
materiais, mas por aquilo que fizermos em prol do mundo e de nós mesmos.
Espalhamos sementes ao vento,
sempre que nos posicionamentos na vida, seja de forma produtiva ou não.
Somos responsáveis pelo resultado
de nossas ações, pelos frutos que nascem das sementes por nós lançadas.
Aproveitemos nosso tempo para
lançar ao vento as boas sementes que germinarão nos corações de nossos irmãos,
auxiliando-os no caminho da iluminação, do crescimento e da fé.
Lancemos boas sementes por onde
quer que passemos, contribuindo para a melhoria de nós mesmos e do mundo a
nossa volta.
Essa deve ser a nossa maior
contribuição ao planeta: tornarmo-nos semeadores do bem.
Ânimo, coragem e fé, que hoje você
pode reescrever a sua história.
(Mensagem recebida dia 06/05/2020)
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