domingo, 10 de maio de 2020

Contabilidade existencial

Contabilidade existencial


Chegará o dia em que em tua porta o ceifador perguntará: que sementes plantastes na lavoura de tua existência? Que frutos poderemos colher neste exato momento, caso formos até a horta que cultivas todos os dias, com teus atos, pensamentos e emoções?
O que esse mensageiro irá encontrar?
O que você vem plantando? Que sementes você tem lançado ao solo?
A tua lavoura reflete quem você é.
Ao olhar para tudo o que semeastes, qual sentimento que te chega?
Se for a alegria do dever cumprido, rogo-te que não esmoreça em continuar espalhando as sementes do amor, da caridade e da fé.
Há ainda muito trabalho a fazer e embora muitos sejam convidados, poucos os que se colocam à disposição, com ânimo e coragem para a labuta.
Se a tua plantação está pobre, com mais ervas daninhas do que bons frutos, rogo-te que não esmoreça. O passado não pode ser mudado, mas o futuro começa no hoje e o presente é uma página em branco, esperando que ali você pincele a sua história.
Meus irmãos, nós somos o que plantamos no mundo. Seremos lembrados não pelos nosso bens e realizações materiais, mas por aquilo que fizermos em prol do mundo e de nós mesmos.
Espalhamos sementes ao vento, sempre que nos posicionamentos na vida, seja de forma produtiva ou não.
Somos responsáveis pelo resultado de nossas ações, pelos frutos que nascem das sementes por nós lançadas.
Aproveitemos nosso tempo para lançar ao vento as boas sementes que germinarão nos corações de nossos irmãos, auxiliando-os no caminho da iluminação, do crescimento e da fé.
Lancemos boas sementes por onde quer que passemos, contribuindo para a melhoria de nós mesmos e do mundo a nossa volta.
Essa deve ser a nossa maior contribuição ao planeta: tornarmo-nos semeadores do bem.
Ânimo, coragem e fé, que hoje você pode reescrever a sua história.

(Mensagem recebida dia 06/05/2020)

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